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Cara, a questão é.

Eu amaria ela até o fim dos tempos.

E por mais que o raio dessa frase esteja se referindo ao passado, o meu sentimento é completamente no presente.

Não importa quantas garrafas de gin eu mande “fora”, ela vai continuar consumindo os meus pensamentos.

Aquele sorriso, aquela presença.

A energia que, PORRA! Só-ela-tem!

Já não me lembro quantos copos se foram, só lembro dela sorrindo e dizendo:

- “eu faria tudo outra vez”.

Antes dessas 5 palavras, eu era indestrutível, I-NA-BA-LÁ-VEL.

Mas cara! São 2 funking da manhã, e ela tá aqui, na PORRA da minha cabeça! e não adianta, depois do meu porre, amanhã de manhã, ela AINDA vai estar aqui.

Não é como se ela fosse simplesmente desaparecer.

Ainda sinto o gosto.

A minha pele ainda formiga sob o toque dela.

Tudo, absolutamente. É o que eu faria por ela.

Mas eu escolhi deixá-la ir.

Por que?

Porquê, por mais que ela pensasse que sim, eu nunca poderia ser o suficiente.

Não da forma que eu gostaria.

Não da forma que ela precisaria.

Mas eu ainda a amo.

Ainda.

(via yasamasancisi)

grayskymorning:
“A Daily Something
”

grayskymorning:

A Daily Something

(via marluiesa2)

brutalistarchitecture2:
“1986 Rest Hour at the Cabin
”

brutalistarchitecture2:

1986 Rest Hour at the Cabin

(via marluiesa2)

(Source: danger, via lehooes)

  • kick-the-tragedy:
“Phyllis (woman blowing smoke through her hair at the Limelight Cafe), NYC, by Weegee, 1954
”
  • kick-the-tragedy:
“Phyllis (woman blowing smoke through her hair at the Limelight Cafe), NYC, by Weegee, 1954
”

(via lehooes)

abistekimedusa:

image

(via yasamasancisi)

(via pervasizbukowskii-deactivated20)

(via pervasizbukowskii-deactivated20)