Cara, a questão é.
Eu amaria ela até o fim dos tempos.
E por mais que o raio dessa frase esteja se referindo ao passado, o meu sentimento é completamente no presente.
Não importa quantas garrafas de gin eu mande “fora”, ela vai continuar consumindo os meus pensamentos.
Aquele sorriso, aquela presença.
A energia que, PORRA! Só-ela-tem!
Já não me lembro quantos copos se foram, só lembro dela sorrindo e dizendo:
- “eu faria tudo outra vez”.
Antes dessas 5 palavras, eu era indestrutível, I-NA-BA-LÁ-VEL.
Mas cara! São 2 funking da manhã, e ela tá aqui, na PORRA da minha cabeça! e não adianta, depois do meu porre, amanhã de manhã, ela AINDA vai estar aqui.
Não é como se ela fosse simplesmente desaparecer.
Ainda sinto o gosto.
A minha pele ainda formiga sob o toque dela.
Tudo, absolutamente. É o que eu faria por ela.
Mas eu escolhi deixá-la ir.
Por que?
Porquê, por mais que ela pensasse que sim, eu nunca poderia ser o suficiente.
Não da forma que eu gostaria.
Não da forma que ela precisaria.
Mas eu ainda a amo.
Ainda.

